Há basicamente três coisas que podem fazer com que um homem de boas famílias e respeitável perca as estribeiras.
A primeira da qual é o Cláudio Ramos. Esse individuo que diz que não é gay mas sim metrosexual…. Cá para mim, cada um chama-lhe o que quiser e bem entender. Eu chamo-lhe gay, maricas, bicha, e ele diz-se metrosexual! Por mim é na boa… A verdade é que um gajo que não tem mais nada para fazer do que passar uma manhã a falar da vida dos outros com personalidades como Jorge Monte Real (nem faço qualquer comentário), Maya (essa grande vidente, que domina os signos por sms como ninguém), Florbela Queirós (meu deus, outro dia vi uma reportagem sobre ela que dizia que já se tinha tentado suicidar muitas vezes, mas mesmo assim ela continua a conviver com o Cláudio Ramos. É no mínimo estranho e caricato), José Malheiro (por alma de quem é que tinha de ir para lá um antigo dirigente do Benfica?), entre outras personagens que agora não me ocorrem, só pode ser gay ou então não tem outra forma de por o comer na mesa! Sim, porque o rendimento que ele tinha no Parque Eduardo VII nunca mais foi o mesmo desde a bomba da Casa Pia e do Bibi…
A segunda coisa que tira qualquer pessoa do sexo masculino do seu estado normal não, não é o Gouxa, pois para esse já estamos imunizados desde a nascença, mas sim um gaja podre de boa a passar por nós com uma mini-saia dos diabos, ou então na praia a fazer topless! É ou não é verdade que quando passamos por um exemplar do sexo feminino de um nível acima ficamos a olhar para ela e a dizer: “que filha da polícia… Que gaja podre de boa…. Comia-te toda oh febra/rojão/empada de carne!!!”. Ok, o Cláudio Ramos é capaz de dizer: “é mesmo vulgar… uma desavergonhada! E aquelas mamas? De certeza que tem silicone… Que tristeza…”, mas lembrem-se que o Cláudio Ramos pode ser muita coisa, mas homem não é de certeza!!! E quando nós vimos uma mulher a fazer topless na praia também tendemos a fixar a nossa vista, durante alguns segundos, nos seios… A única diferença é que neste caso os peitos não têm de pertencer a ninguém podre de boa, pois como uma pessoa disse num programa da SIC: “tudo o que vier morre”. É claro que há sempre excepções, por exemplo com uma Valentina Torres e a minha antiga professora de Biologia.
Por fim, a terceira coisa que tira um homem de família e respeitável do sério é, nem mais nem menos do que… um cãozinho do tamanho de um feijão, e de preferência acabado de nascer! Vocês já viram as cenas que um tipo faz quando vê um cão mesmo pequenino que tem dias de vida? É ridículo… Fazemos expressões e caretas assustadoras, já para não falar da maneira estranha com que falamos para o cãozinho… e depois, como se já não bastasse, fazemos perguntas do género: “então quem é a coisa mais fofo e querida do dono, quem é?”. Será que vocês nunca pensaram nos problemas que isto pode ter numa relação…? Vocês já imaginaram bem se as vossas namoradas/noivas/esposas vos ouvissem a perguntar para uma cadela “quem é a coisa mais fofa e querida do dono”? Já imaginaram o que elas iam dizer às amigas quando elas perguntassem porque é que vocês acabaram uma relação de dez anos: “ah é que ele trocou-me por uma cadela…”! Isto não se faz. Não se faz…